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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dica de leitura: Cartas de um diabo a seu aprendiz

Essa talvez seja a obra de C.S. Lewis que eu mais gosto. Por vários motivos. O primeiro é a capacidade que ele teve de sair de si mesmo e assumir um outro caráter. Segundo é o quanto é divertido, apesar da seriedade do tema. O terceiro é que é impossível ler e não se colocar no lugar do paciente e identificar várias situações pelas quais você já passou ou está passando. Uma obra fantástica!!!!
Renato Paquer


Dedicada ao seu amigo J. R. R. Tolkien, esta obra-prima da ironia divertiu e instruiu milhões de leitores com seu retrato zombeteiro e irônico da vida humana feito a partir do ponto de vista do diabo Fitafuso. Ao mesmo tempo freneticamente cômica e surpreendentemente original, a correspondência entre o experiente diabo e o seu sobrinho Vermebile mostra o lado mais sombrio e jocoso de C. S. Lewis. Esta edição é baseada na edição do sexagésimo aniversário, que inclui pela primeira vez Fitafuso propõe um drinque, no qual o notório Fitafuso oferece um jantar aos jovens demônios na Faculdade de Treinamento de Tentadores.

Fonte: Editora Martins Fontes

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Perelandra é lançado no Brasil


A Editora Martins Fontes lançou o segundo livro da Trilogia Cósmica no Brasil: Perelandra!
Confira as informações deste lançamento!




“Notável… um raro poder de imaginação criativa.”
Times Literary Supplement


“Literatura de altíssimo nível. Perelandra é, de todos os pontos de vista, muito superior a outras histórias de aventuras interplanetárias.” Commonweal


“Se senso de humor, sabedoria, estilo e erudição forem requisitos para entrar no céu, certamente C. S. Lewis estará entre os anjos.” The New Yorker


Perelandra é o segundo livro da Trilogia Cósmica de C. S. Lewis, escrita nos tensos momentos que antecederam a Segunda Guerra Mundial e que foram concomitantes a ela. É uma parábola de sua época que acabou por resistir ao tempo e que tem sido apreciada por sucessivas gerações não só pela importância de seu conteúdo moral como também em razão da maravilhosa narrativa. Para o papel principal da trilogia, C. S. Lewis criou aquele que talvez seja o personagem mais memorável de sua carreira – o brilhante filólogo Elwin Ransom, uma pessoa objetiva, veemente e corajosa – inspirado no amigo J. R. R. Tolkien; nada mais justo, pois no que se refere à amplitude imaginativa e à integridade criativa não de um, mas de dois mundos imaginários, a Trilogia Cósmica só foi igualada, no século XX, à trilogia tolkieniana de O Senhor dos Anéis. Os leitores que na infância se apaixonam pela série fantástica nas Crônicas de Nárnia invariavelmente apreciam a Trilogia Cósmica quando ficam mais velhos. Também ela apresenta mundos estranhos e mágicos onde se travam combates épicos entre as forças da luz e as das trevas e é uma das obras mais extraordinárias da literatura inglesa de todos os tempos.


Você pode adquirir o livro, na Martins Fontes Paulista, por R$ 42,00.


fonte: sociedadecslewis.com

domingo, 5 de junho de 2011

Dica de leitura: Oração: cartas a Malcolm

Oração: cartas a Malcolm de C. S. Lewis é uma abordagem franca e honesta sobre a oração. Publicação póstuma, ainda assim permaneceu na lista dos mais vendidos por muito tempo.

Oração: cartas a Malcolm é um livro belamente concretizado e profundamente emocionante que trata dos temores e das fraquezas do homem.

Em forma de cartas afetuosas e descontraídas a um amigo muito chegado, C. S. Lewis medita em várias questões relativas ao diálogo íntimo entre homem e Deus. Pondera sobre aspectos práticos e metafóricos da oração. Indaga sobre nossa real necessidade de falar com Deus e sobre a forma ideal de oração. Busca saber qual dos nossos muitos eus mostramos a Deus enquanto oramos. E muito mais. A carta final contém pensamentos instigantes sobre “cristãos liberais”, alma e ressurreição.

C. S. LEWIS (1898-1963) foi um dos gigantes entre os intelectuais do século XX, tornou-se um dos mais influentes escritores cristãos e ganhou renome internacional por um conjunto impressionante de obras. Foi professor de Literatura Inglesa na Universidade de Oxford e de Inglês Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge. Sua literatura continua atraindo milhares de novos leitores anualmente, como o provam os grandes sucessos As crônicas de Nárnia e Cristianismo puro e simples.

Entre suas obras mais conhecidas, destacam-se A anatomia de uma dor, Cartas a uma senhora americana, Milagres, O grande abismo, O problema do sofrimento e O peso de glória; sobre o autor: O mais relutante dos convertidos (biografia) e Pedagogia cristã na obra de C. S. Lewis; todas publicadas por Editora Vida.

Clive Staples Lewis (29/11/1898 – 22/11/1963), mais conhecido como C. S. Lewis, nasceu em Belfast, na atual Irlanda do Norte, mas residiu grande parte de sua vida na Inglaterra. Triplamente condecorado “Primeiro” em Oxford, foi instrutor no Magdalen College de 1925-1954. 

Em 1954, tornou-se Professor de Literatura Medieval e Renascentista em Cambridge. Foi um palestrante de renome que exerceu influência profunda e duradoura em seus alunos.

Durante muitos anos, C. S. Lewis foi ateu e descreveu sua conversão, dada em 1931, como uma experiência que o ajudou a entender não somente a apatia mas também a relutância ativa de aceitar a religião. Como autor cristão, era dotado de uma mente excepcionalmente lógica e brilhante e um estilo vivo e lúcido. O problema do sofrimento, Cartas de um diabo a seu aprendiz e Cristianismo puro e simples são apenas alguns de seus best-sellers. Sua contribuição em gêneros variados — crítica literária, literatura infantil, ficção e teologia — trouxeram-lhe notoriedade e prestígio.

Mais de 200 milhões de cópias já foram vendidos de seus livros, os quais foram traduzidos para mais de 30 idiomas.

(1) Essa foi a última obra de Lewis escrita em vida, publicada postumamente.

Fonte: Editora Vida

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dica de leitura: Poluição e a Morte do Homem

"Quando nós tivermos aprendido a visão cristã da natureza, então poderá haver uma ecologia verdadeira; a beleza fluirá, a liberdade psicológica virá, e o mundo parará de ser transformado em um deserto. Porque é correto, baseado num sistema cristão completo - que é forte o bastante para resistir a tudo porque é verdadeiro - quando eu encaro o ranúnculo, eu digo: "Criatura companheira, criatura companheira, eu não pisarei em você. Somos ambos criaturas."
Francis Schaeffer, capítulo 6
"Qual será a longo prazo a importância de Francis Schaeffer? Tenho certeza ... de que não estarei errado ao saudar Francis Schaeffer - que enxergou bem mais intensamente do que nós ... e agonizou sobre a sua percepção bem amis intensamente do que nós - como um dos verdadeiramente grandes cristãos do meu tempo."
J. I. Packer
Francis A. Schaeffer (1912-1984) será sempre lembrado como um dos gigantes do século 20. Seus livros traduzidos para mais de 25 idiomas com milhões de exemplares vendidos. A L'Abri Fellowship, fundada pelo casal Francis e Edith Schaeffer em 1955, é um tributo vivo à sua obra.
Para comprar o livro clique aqui.
Fonte: Editora Cultura Cristã

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dica de leitura: A Arte Não Precisa de Justificativa

A Arte Não Precisa de Justificativa é uma leitura para todos os cristãos que desejam usar seus talentos para a glória daquele que os presenteou. É um chamado aos artistas, artesãos e músicos cristãos para que chorem, orem, pensem e trabalhem. Para o autor, qualquer discussão sobre o papel da arte deve ser precedida por uma afirmação básica: a arte não precisa de justificativa — nem por motivos religiosos ou propósitos evangelísticos, nem por fins econômicos ou políticos.


“Às vezes os cristãos produzem música ruim porque não têm talento, porque não se esforçam o suficiente ou porque demonstram sua natureza pecaminosa. Às vezes o mundo produz boa música. [...] A música não é apenas letra. Sua expressão é total, e mais na melodia, no ritmo e na harmonia do que na letra. Claro, isso não significa que se pode escrever qualquer coisa. [...]

A vida e a arte são complexas demais para aplicarmos regras legalistas. Porém, isso não significa que não há normas. [...] Falar de música cristã não significa necessariamente falar de uma música cuja letra transmita uma mensagem bíblica explícita ou expresse a experiência de uma vida de fé e obediência piedosa. [...] A “Paixão de São Mateus”, de Bach, é cristã, assim como os “Concertos de Brandenburgo” o são. Não são apenas as letras das cantatas que são cristãs, mas também a parte instrumental. Se não for assim, estaremos reduzindo o cristianismo e excluindo do comprometimento com Deus, nosso Senhor e Salvador, uma grande parte da nossa vida, que deve manifestar o fruto do Espírito.”



Clique aqui para ler um trecho do livro.
Clique aqui para comprar o livro.


Fonte: Editora Ultimato

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dica de leitura: O peregrino

Este é um livro que todo cristão deveria ler.


O Peregrino é uma narrativa cheia de emoção e suspense. Bunyan relata a viagem de Cristão, um peregrino espiritualmente abatido que viaja rumo à Cidade Celestial. No decorrer da aventura, ele se encontra com personagens de carne e osso, mas que possuem nomes alegóricos, tais como Evangelista, Adulação, Malícia, Apoliom e Vigilância. Passa por lugares sombrios e medonhos, como o Desfiladeiro do Desespero, o Pântano da Desconfiança, a Feira das Vaidades e o Rio da Morte. Surge em cada encruzilhada um novo desafio que ameaça sua chegada ao destino final. O enredo mescla-se à interpretação simbólica, e o resultado é uma incrível experiência literária e espiritual.


Sobre o autor
John Bunyan nasceu em 1628, na Inglaterra. Depois de passar por vários conflitos pessoais e familiares durante a juventude, desvinculou-se da Igreja Anglicana e tornou-se pastor de um grupo independente. Casou-se duas vezes e teve seis filhos: quatro com Mary e dois com Elizabeth. Por sua rebelião contra a igreja oficial, foi preso duas vezes. Durante o segundo período de cárcere deu início ao texto de O peregrino, cuja primeira parte foi lançada em 1678. John Bunyan imaginou uma história que fortalecesse a si mesmo, a família e a congregação. A segunda parte, publicada separadamente pela Mundo Cristão sob o título A peregrina, foi lançada em 1684.

Clique aqui para comprar o livro.

Fonte: Editora Mundo Cristão

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dica de leitura: O Grande Abismo

C.S. Lewis tem com obra mais famosa as Crônicas de Nárnia. Porém, sua genialidade, que é reconhecida por todos que lêem seus escritos, nos presenteia com outras grandes obras. Uma capacidade incrível de misturar conceitos bíblicos e alegorias fascinantes, princípios morais e fantasias maravilhosas e uma apologética muito límpida, Lewis se torna um dos mais brilhantes escritores cristãos do século passado.


O Grande Abismo é uma grande demonstração do seu talento, onde ele descreve uma viajem de ônibus que atravessa o paraíso e o inferno. Misturando situações e criaturas muito interessantes, o livro leva a uma reflexão sobre a caminhada cristã e o comportamento humano, mostrando que não é possível conciliar coisas do céu e do inferno em nossas vidas. Não é possível chegar ao Céu levando consigo uma "bagagem infernal".

Este livro está disponível na biblioteca da igreja

Renato Paquer
Sec. Espiritualidade

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cartas de C. S. Lewis para Sheldon Vanauken

Pra quem gosta ou quer começar a conhecer Lewis, este é um bom começo.

Cartas para Sheldon Vanauken é o resultado de um projeto da Sociedade C. S. Lewis, que vai trazer materiais de C. S. Lewis e de autores ou obras relacionadas com ele, que já estão em domínio público — isto é: todas trazidas de modo legal.

As cartas que estão nesta obra, foram colocadas em domínio público pelo próprio Sheldon Vanauken, que tornou-se amigo de C. S. Lewis e publicou um livro que trata, dentre outros temas, da amizade de ambos.

Decidimos trazer esta obra primeiro por ser um registro de cartas, já que muitos leitores de nosso site sentem falta deste material no Brasil. Além de tudo, estamos oferecendo o livro gratuitamente aqui em nosso site. Baixe e divulgue nosso trabalho!

"Em suas cartas vemos um homem sábio, verdadeiro – e além de tudo – humano."


Cartas Para Sheldon Vanauken


fonte: http://sociedadecslewis.com/sheldon

quarta-feira, 30 de março de 2011

Dica de leitura: A arte e a Bíblia

Jovens da Bet's, este é o primeiro post da série "Projeto Ler e Crescer". Esse é um projeto da secretaria de espiritualidade para divulgar e estimular a leitura de bons livros.

E pra iniciar, apresentamos o livro "A Arte e a Bíblia" de Francis Schaeffer, uma das grandes cabeças do cristianismo do século passado. Com uma maneira ímpar de pensar, Schaeffer "examina o registro da utilização de várias formas artísticas e estabelece uma perspectiva cristã sobre a arte. Com clareza e vigor, ele explica por que 'o cristão é alguém cuja imaginação deve voar além das estrelas'" (Contra-capa).

"O SENHORIO DE CRISTO DEVE INCLUIR O INTERESSE PELAS ARTES."

Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus.


Fonte: Site da Editora Ultimato e o próprio livro

Secretaria de Espiritualidade - Renato Paquer